Eu sei que você deve tá toda histérica discordando de mim, já que muitos deles sempre metem os pés pelas mãos e, acaba ferrando com tudo. Nesse ponto eu concordo. Eles são previsíveis de mais.

Mas o Carlos não tem o mesmo defeito do Matheus, muito menos é parecido com o do Lucas. Até porque, imagina todo os homens com os mesmos defeitos. Seria muitooo mais fácil de lidar com todos eles, e, não precisaríamos do exército de amigas para decifrar as mensagens deles, muito menos o que Vitor quis dizer com aquele Emoji no WhatsApp. Seria o fim da combinação pote de sorvete + filme romântico na tv em uma sexta-feira.

Para e pense, se esse senso comum de que “cabeça de homem é tudo igual” fosse real. Saberíamos exatamente tudo o que eles pensam. Descobriríamos quando eles estão mentindo, omitindo, e, finalmente saberíamos quando vale ou não a pena. E assim, todos os relacionamentos beirariam o tédio, sendo extremamente impossível continuar. E cara, isso seria horrível.

Se todos os homens – todos eles – fizessem valer os rótulos que lhe são atribuídos: “Todos os homens mentem”; “Todos os homens traem”; “Homens não entendem nada de moda”; “Homens não reparam no seu cabelo”; A final das contas, todos os homens são iguais.

E se eles realmente são um exército de mentirosos e insensíveis, que só grudam quando a gente desgruda, que veem futebol todos domingos e preferem os filmes do Tarantino (ok, eu também prefiro). Para que a gente insiste tanto neles? Se já sabemos que essa história sempre terá final.

A você deve estar se perguntando. – A louca da Isabela tá querendo me doutrinar a virar lésbica?NÃO CARA PÁLIDA. NÃO

O que eu quero dizer, é que classificar uma pessoa a partir do gênero é extremamente perigoso, pois nos limita a descobrir as infinitas facetas humana. Somos seres singulares, não qual órgão reprodutor carregamos no meio das pernas.

Ás vezes os estereótipos são invitáveis, quando damos conta, já jogamos um rótulo no fulano. Se todos os homens são iguais, então eu posso me relacionar qual quer um, já que conheci 2 ou 3, então sou PHD no assunto.

Bem, não é tão fácil assim né. A gente não vem com um manual de instrução.

Graças a Deus os homens não são todos iguais. Nem mesmo os defeitos são.

Existe aqueles mais sensíveis, outros mais frios, alguns mais sonhadores. Existe também os que traem, mas isso não é uma regra. Existe mais uma infinidade de extremos e meio-termo.

E é justamente esses meio-termos que nos deixam com aquela pulguinha atrás da orelha, querendo descobrir mais meia dúzia desses termos, já que não é possível encaixa-los em nossas certezas.

Conhecer pessoas dá trabalho, já que cada uma tem uma personalidade diferente, e todas, digo TODAS, fogem a qualquer regra imposta. Não é igual menos com menos da mais.

Não existe uma formula para entender uma pessoa. Independente do gênero, somo seres complexos, com uma infinidade de peculiaridades, que somente muito tempo e dedicação para entende-las.


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